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Carta de Gratidão – 27/01/2026

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Data: 25/01/2026 Hora: 21:05 Tópicos do que sou grato hoje: Decidir sair da cama Ter comida na mesa Fechar uma parceria como freelancer Não desistir de lutar Carta de Gratidão – Registro do Dia Hoje a gratidão nasce de algo que não aparece em fotos, nem vira manchete, mas sustenta tudo: a decisão de continuar. Decidir sair da cama foi, novamente, o primeiro enfrentamento do dia. Não porque o corpo estivesse leve ou a mente colaborativa, mas justamente pelo contrário. Havia peso. Havia dúvidas. Havia aquela voz interna insistente dizendo que seria mais fácil não tentar. Ainda assim, eu levantei. E levantar, para mim, é um ato político contra a desistência. Sou grato por ter comida na mesa. Essa gratidão não vem de um lugar automático, vem da consciência. Comer hoje significou permanência, significou cuidado, significou que, apesar das incertezas, existe um mínimo de estrutura me sustentando. A comida não alimenta só o corpo — ela silencia um pouco o medo do amanhã e devolve dignidade ao...

Carta de Gratidão – 26/01/2026

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Data: 24/01/2026 Hora: 15:10 Tópicos do que sou grato hoje: Decidir sair da cama Ter comida na mesa Conseguir visualizar um orçamento para o ano inteiro Ver trabalho aparecer na plataforma 99Freelas Carta de Gratidão – Registro do Dia Hoje a gratidão começa antes mesmo do movimento do corpo. Ela nasce na decisão. Decidir sair da cama foi, mais uma vez, um ato de enfrentamento. Não houve empolgação, não houve facilidade. Houve escolha. Houve consciência de que permanecer deitado seria ceder à parte da mente que tenta me convencer de que não vale a pena tentar. Levantar foi dizer, em silêncio: eu continuo. Sou grato por ter comida na mesa. Esse fato simples carrega uma segurança profunda. Saber que há sustento me permite respirar um pouco melhor, mesmo em meio às incertezas. Comer não é apenas nutrir o corpo — é reafirmar que ainda existe cuidado, ainda existe chão, ainda existe um mínimo de estabilidade em um mundo que insiste em oscilar. Hoje também sou grato por conseguir enxergar um...

Carta de Gratidão – 23/01/2026

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Data: 23/01/2026 Hora: 17:00 Tópicos do que sou grato hoje: Acordar Ter coragem de sair da cama Cair na rua e ainda assim seguir Ter comida na mesa Não ter limite no cartão para pagar tratamento dentário Reconhecer que minha cabeça tenta me sabotar Levantar mesmo quando meu corpo pede pausa Enfrentar a rua mesmo com medo de andar sem a bota ortopédica Carta de Gratidão – Registro do Dia Hoje eu escrevo não como quem comemora vitórias grandiosas, mas como quem honra o simples fato de existir apesar de tudo. Acordar foi um ato de resistência. Abrir os olhos exigiu mais força do que muitos imaginam, porque quando o corpo carrega limitações e a mente insiste em criar armadilhas, levantar da cama não é automático — é uma escolha consciente. E hoje eu escolhi. Sou grato por ter tido coragem de sair da cama mesmo sem garantia de que o dia seria gentil comigo. Sou grato por cada passo dado com insegurança, por cada tremor interno, por cada pensamento que tentou me convencer de que eu não da...

Carta de Gratidão - 20/01/2026

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Data 20/01/2026 Hora 18:25 Tópicos do que sou grato hoje Decidir sair da cama. Ter comida na mesa. Minha mente tentando me sabotar. Minha saúde. Minha garra em vencer. Não cair no chão. O carinho, apoio e consideração da Mônica. Carta de Gratidão – Registro do Dia Hoje, a gratidão começa antes mesmo do corpo se mover. Ela começa na decisão. Sou grato por decidir sair da cama. Porque hoje não foi automático. Houve um instante silencioso em que eu poderia ter ficado. Em que o peso do mundo parecia maior do que a vontade de enfrentá-lo. Decidir sair da cama foi um ato consciente, quase político: eu escolhi não me abandonar. Eu escolhi me levantar mesmo sem garantias de que o dia seria leve. Essa decisão, pequena aos olhos de fora, foi enorme por dentro. Sou grato por ter comida na mesa. Porque comer é continuidade. É sinal de que, apesar das incertezas, algo ainda me sustenta. Cada refeição é um lembrete de que a vida insiste em mim. Não como excesso, não como luxo, mas como o necessário ...

Carta de Gratidão – 19/01/2026

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Data 19/01/2026 Hora 18:10 Tópicos do que sou grato hoje Sair da cama. As calçadas quebradas. Gastar com dentista e academia. Estar cheio de dívidas. Nome sujo. Ter comida na mesa. Ter um teto sobre minha cabeça. Carta de Gratidão – Registro do Dia Hoje, mais uma vez, eu escrevo não para fingir força, mas para reconhecê-la onde quase ninguém vê. Sou grato por sair da cama. Porque sair da cama não é um gesto simples quando o peso da vida senta ao seu lado logo ao despertar. Há dias em que a cama parece abrigo, refúgio, esconderijo. Hoje, mesmo com o corpo pesado e a mente tentando negociar mais alguns minutos de fuga, eu levantei. Isso não é pouco. Isso é enfrentamento. Isso é escolha. Sou grato pelas calçadas quebradas. Elas me irritam, me desafiam, me expõem. Cada buraco é um lembrete de que o mundo não foi feito pensando em todos os corpos. Andar nelas exige atenção, esforço, paciência e, muitas vezes, medo de cair. Ainda assim, sou grato porque elas revelam minha capacidade de adapt...

BRUNO FIGUEIREDO MARTINS
ESCRITOR & PALESTRANTE

Uma história real.
Uma voz que provoca reflexão.
Uma presença que transforma.

Meu nome é Bruno Figueiredo Martins.
E antes de qualquer título, diagnóstico ou rótulo, eu sou alguém que aprendeu cedo demais que a vida não pede permissão para ser difícil.

Nasci com uma síndrome raríssima chamada Acidúria Glutárica Tipo 1 — uma condição que compromete a coordenação motora e altera a fala. Ainda recém-nascido, precisei passar por uma cirurgia delicada para a implantação de uma válvula no cérebro, consequência de uma hidrocefalia. Enquanto muitos davam os primeiros passos, eu já travava minha primeira grande batalha pela vida.

Aos 23 anos, em 2010, tomei uma decisão que poucos teriam coragem de tomar: abrir o cérebro novamente para participar de um tratamento experimental no Hospital das Clínicas, com a implantação do DBS (Deep Brain Stimulation). Não foi impulso. Foi escolha. Foi fé no futuro. Foi acreditar que, mesmo com medo, vale a pena tentar avançar.

Sim, eu sou intenso.

Planejo o amanhã, mas vivo o agora com tudo o que tenho.

Concluí o ensino fundamental e médio, fui aprendiz por um ano sem nenhuma falta, trabalhei seis anos em regime CLT, já morei sozinho em outra cidade, já atravessei estados — saindo de São Paulo para o Rio de Janeiro — e cheguei a dormir na calçada apenas para viver um momento histórico: ver o Papa passar.

Não era fanatismo. Era sede de experiência. Era provar, para mim mesmo, que o mundo não me seria negado.

Cada conquista veio com suor.
Cada passo exigiu luta.
Cada vitória foi construída apesar de tudo — e não porque tudo estava a favor.

Escritor

Hoje, transformo essa trajetória em propósito. Sou escritor, autor de dois livros:

Palestrante

E sou palestrante porque entendi algo fundamental:
👉 histórias reais transformam pessoas reais.

Quando subo ao palco, não levo frases prontas. Levo vivência. Levo cicatrizes. Levo verdade. Falo sobre superação sem romantizar a dor, sobre resiliência sem negar o cansaço, sobre futuro mesmo quando o presente é duro.

Minha missão é clara:
provocar reflexão, despertar coragem e mostrar que ninguém é definido pela limitação que carrega, mas pelas escolhas que faz todos os dias.

Se minha história toca, inspira ou movimenta alguém, então ela já cumpriu seu papel.

É exatamente isso que eu entrego em cada palestra:
humanidade, impacto e transformação real.

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