Carta de Gratidão – 27/01/2026
Palestrante comprometido em inspirar transformação, ajudando você a superar medos, resgatar sua força interior e construir uma nova história.
Uma história real.
Uma voz que provoca reflexão.
Uma presença que transforma.
Meu nome é Bruno Figueiredo Martins.
E antes de qualquer título, diagnóstico ou rótulo, eu sou alguém que aprendeu cedo demais que a vida não pede permissão para ser difícil.
Nasci com uma síndrome raríssima chamada Acidúria Glutárica Tipo 1 — uma condição que compromete a coordenação motora e altera a fala. Ainda recém-nascido, precisei passar por uma cirurgia delicada para a implantação de uma válvula no cérebro, consequência de uma hidrocefalia. Enquanto muitos davam os primeiros passos, eu já travava minha primeira grande batalha pela vida.
Aos 23 anos, em 2010, tomei uma decisão que poucos teriam coragem de tomar: abrir o cérebro novamente para participar de um tratamento experimental no Hospital das Clínicas, com a implantação do DBS (Deep Brain Stimulation). Não foi impulso. Foi escolha. Foi fé no futuro. Foi acreditar que, mesmo com medo, vale a pena tentar avançar.
Sim, eu sou intenso.
Planejo o amanhã, mas vivo o agora com tudo o que tenho.
Concluí o ensino fundamental e médio, fui aprendiz por um ano sem nenhuma falta, trabalhei seis anos em regime CLT, já morei sozinho em outra cidade, já atravessei estados — saindo de São Paulo para o Rio de Janeiro — e cheguei a dormir na calçada apenas para viver um momento histórico: ver o Papa passar.
Não era fanatismo. Era sede de experiência. Era provar, para mim mesmo, que o mundo não me seria negado.
Cada conquista veio com suor.
Cada passo exigiu luta.
Cada vitória foi construída apesar de tudo — e não porque tudo estava a favor.
Hoje, transformo essa trajetória em propósito. Sou escritor, autor de dois livros:
E sou palestrante porque entendi algo fundamental:
👉 histórias reais transformam pessoas reais.
Quando subo ao palco, não levo frases prontas. Levo vivência. Levo cicatrizes. Levo verdade. Falo sobre superação sem romantizar a dor, sobre resiliência sem negar o cansaço, sobre futuro mesmo quando o presente é duro.
Minha missão é clara:
provocar reflexão, despertar coragem e mostrar que ninguém é definido pela limitação que carrega,
mas pelas escolhas que faz todos os dias.
Se minha história toca, inspira ou movimenta alguém, então ela já cumpriu seu papel.
É exatamente isso que eu entrego em cada palestra:
humanidade, impacto e transformação real.